| Desenhos: S. Blatrix, P. Minary ; traçados: JL Puel, P. Bonfils, JP Piron |
Descobertas "permaturamente" em 1978 (Kemp), as otoemissões acústicas (OEA) só foram bem compreendidas alguns anos mais tarde, á luz dos conhecimentos sobre os mecanismos activos e a electromotricidade das CCE, das quais são consequência. Colocando uma sonda no canal auditivo externo, é possível registar uma resposta acústica a uma estimulação (otoemissões provocadas ou evocadas), ou mesmo, em alguns casos uma emissão espontânea.
Sonda de otoemissões provocadas
|
|
|
|
|
Registos de Otoemissões provocadas |
|
![]() |
|
![]() |
|
|
|
|
Otoemissões e limiar auditivo |
|
![]() |
|
![]() |
|
|
|
|
|
|
![]() |
|
|
|
|
![]() |
|
|
|
|
|
|
![]() |
. |
|
|
|
O sistema eferente medial, conectado às CCEs modifica, por intermédio da contração lenta (dependente do cálcio) as propriedades electromotrizes da CCE. Três tipos de resultados demonstram este facto:
Estes resultados permitem propor, que utilizando as OEA, seja possível realizar um teste objectivo do funcionamento do sistema eferente medial. |
|





















